quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Morte na estrada

Uma noticia de um jornal diário despertou os meus sentidos.

Diz que "Os acidentes nas estradas portuguesas provocaram 629 mortos desde o início do ano, menos 13 que em igual período de 2008... In DN Online".

Embora sejam menos 13 mortes, não deixa de ser impressionante, a quantidade.
Quem conduz, sabe que, com as graves infracções que se cometem na estrada, não é dificil que estes números, ocorram.
Esta situação é muito grave e resulta essencialmente do não cumprimento das normas e regulamentos de trânsito.
Como não pode deixar de ser, deve-se essencialmente à falta de cultura e educação dos nossos cidadãos, o que é uma pena.

Faço um apelo, para que os condutores, cumpram as normas do trânsito e tenham um comportamento tranquilo e simpático, durante a condução, deixem a agressividade e o "chico-espertismo" de parte e colaborem na diminuição de acidentes e mortes nas estradas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Menina sofre!

Não existe ser humano, decente, que não sinta revolta e tristeza, por verificar o que se tem passado com a Alexandra (menina russa que foi devolvida à mãe biológica).
Que se pode pensar ou fazer, neste momento em que já se sabe que não existem condições decentes, para a educação e crescimento da criança?
Esta criança está em sofrimento, pois está num meio que não lhe ofereçe condições de vida, com a alegria e prazer da infância.
A menina deve, estar com quem a protege e ama, num ambiente de que goste e onde se sinta bem.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Crédito malparado

Mais uma noticia sobre o crédito ás familias e empresas, revela que, se torna mais difícil às famílias e às empresas pagarem os créditos contraidos.
O valor ronda os 3,7 mil milhões de euros, essencialmente constituido por empréstimos do crédito á habitação.

Não me surpreende, pois as familias e empresas não têm forma de aumentar a sua produtividade financeira, devido à crise generalizada e à debilidade das suas competências pessoais e organizacionais, face ao mercado, interno e externo.

Não reduzindo a despesa e o consumo é inevitável o agravamento da situação.
Vamos apertar o cinto.

Que futuro nos espera ??

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Prós e contras em Portugal

Ontem vi  e ouvi, um programa de televisão, muito conhecido, com a intervenção de algumas personalidades nacionais.
Acompanhei o debate, ouvindo as opiniões e visões dos intervenientes, sobre a governação dos anos anteriores e futuros, as reformas e modificações a realizar nos diversos sectores, as comparações com outras nações, o passado glorioso dos portugueses e suas capacidades e feitos.

Ouvi afirmações sobre o muito que Portugal melhorou depois do 25 de Abril de 1974, com a qual concordo.
Contudo devo acrescentar, que estando Portugal na UE, estamos bastante longe do grau de evolução, social, politico e económico, que a UE nos poderia ter proporcionado.
Não nos podemos contentar, assim, com afirmações que nos remetem para os anos decorridos desde 1794.

Lamento não ter ouvido referências generalizadas, para além do Sr. Bastonário da Ordem dos Advogados, à falta de ética e corrupção que mina a nossa sociedade e da importância que tem suprimi-la.
Este é o cerne da questão e é neste campo que podemos  e devemos,  mobilizar todos os cidadãos.

Portugal é neste momento um pais, débil e com pouca perspectiva de evolução, os portugueses não estão especialmente motivados e interessados em mudança e os governantes e as individualidades e organizações importantes, do nosso país não têm muita vontade de colaborar com ideias e actos que não signifiquem contrapartidas.

È a minha humilde opinião.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Protecção infantil

Hoje li um relatório da UNICEF sobre a protecção infantil (http://www.unicef.pt/18/09_10_06_pr_pfc.pdf).


A humanidade está muito evoluida tecnologicamente, especialmente no ocidente, no entanto, ignoramos a situação que milhões de seres humanos enfrentam por todo o mundo.
Deixo-vos a possibilidade de ler este breve relatório.
È importante reflectir sobre o conteúdo deste documento.
Caso deseje comente ou divulgue.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Democracia das eleições

Eleições em Setembro, com governo de maioria relativa.
Não gostaram da maioria absoluta, sempre cheia de contrariedades para a oposição e os governos fazem o que querem, blá blá blá...
Assim pareçe que está melhor. Mas só para alguns, pois a oposição também não gosta de acordos e alianças e a governação está sempre limitada, blá blá blá...

Só lhe digo...
Que já está na hora de todos os "parlamentares" trabalharem para o pais e deixarem os interesses partidários e pessoais para segundo plano.
Mas é dificil não é? Pois se fosse fácil não estariam na politica e nos partidos.
Preferem as polémicas e as crises partidárias, em vez de se juntarem democráticamente e decidirem o que satisfaz os portugueses e Portugal.
Ètica é o que é necessário.
O resto é ruido.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

CRISE!!

È o que se diz e escreve por todo o lado. No nosso pais também.
Debate-se a questão, nos meios de comunicação, com personalidades bem conhecidas, afirmam-se vontades e algumas intenções, politicas essencialmente, algumas que exploram interesses pessoais ou colectivos diversos.
Já se debate a questão á anos, mas actualmente, ganhou uma intensidade extrema.
Pareçe que só estamos bem, a analisar e debater o assunto.
Só lhe digo, que penso que devemos passar a página do debate e do diagnóstico.
Que lhe pareçe? Serão necessárias decisões? Ou basta criticar eternamente?
Podemos, por exemplo, fazer renascer a agricultura e pescas, no nosso pais? A indústria? Ou continuaremos a apostar em serviços?
Se consumir-mos mais do que o que produzimos, na economia nacional, estamos no caminho da falência nacional.
Já é hora de acordar-mos, deste debate.
O pais, os portugueses, o estado e os governantes, tem que investir numa estratégia global de desenvolvimento, da agricultura, pescas e indústria.
Equilibrar a balança de transacções com os paises da comunidade europeia e outros.
Não temos outra alternativa mais evidente.
Será que é necessário tanto debate?